Hábito de fumar e consumir álcool são principais causas do câncer bucal

Escrito por Clínica Corb em . Postado em Notícias

Os motivos que alteram o DNA das células levando o câncer na boca não são ainda conhecidos, porém sabe-se que alguns fatores aumentam os riscos de contrair a doença, incluindo o tabagismo e o consumo do álcool.

Saiba quais as principais causas:

Tabagismo e alcoolismo: São as causas mais comuns. Fumar cigarros e outros produtos de tabaco e consumir álcool deixam a boca exposta a agentes cancerígenos ou produtos químicos que podem alterar o DNA das células. Uma pessoa que bebe em excesso ou fuma muito tem 5 vezes mais chances de desenvolver o câncer do que uma pessoa que não tem esses hábitos. Já se o indivíduo beber e fumar em excesso, esse risco aumenta em 38 vezes.

Tabaco de mascar: Os que mascam o tabaco correm um risco elevado de desenvolver o câncer, já que a boca fica diretamente exposta às substâncias cancerígenas presentes no tabaco.

Maconha: Quem fuma maconha constantemente corre mais riscos do que o fumante de cigarros, isso porque a cannabis contêm níveis elevados de alcatrão, que é uma substância cancerígena.

Sexo oral e beijo na boca: Durante o sexo e o beijo o indivíduo fica exposto ao vírus HPV, que pode afetar o colo do útero, ânus, boca e garganta. Esse vírus é sexualmente transmissível e a contaminação tem aumentado na população jovem.

Má alimentação: O risco de desenvolver o câncer na boca aumenta naqueles que consomem muita carne vermelha, alimentos processados e fritos e que não inserem frutas e vegetais na sua dieta.

Higiene falha: Má higiene oral, dentes cariados e dentaduras mal instaladas aumentam o risco do câncer de boca.

Sexo e idade: O câncer de boca é mais comum entre as pessoas acima de 40 anos e do sexo masculino, porém ultimamente a doença tem aumentado entre as mulheres também.

Histórico da doença: Pessoas que já tiveram câncer na região da cabeça e pescoço tem um risco elevado de ter a doença na boca.

Uso de medicamentos: Alguns remédios que suprimem a imunidade também podem aumentar o risco de câncer de boca.

Qualquer ferida ou mancha que apareça na região bucal e demore a cicatrizar pode ser um sinal do câncer, portanto procure um médico, quanto antes a doença for diagnosticada, mais eficaz será o tratamento.

 

Fonte: http://grupoqualidadeemsaude.com.br/2018/06/habito-de-fumar-e-consumir-alcool-sao-principais-causas-do-cancer-bucal/

 

Feridas e mau hálito frequente podem ser sinais de câncer bucal

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O câncer de boca é uma denominação para os tumores malignos que atingem os lábios e a cavidade oral, como a mucosa bucal, o palato duro, língua e assoalho da boca. A doença nessas áreas é muito comum entre os tabagistas e os alcoólatras, e necessita muita atenção, já que os principais sinais podem ser confundidos com outros problemas bucais.

Como todos os problemas bucais, a má higienização é um dos principais fatores de risco, além da alimentação pobre em vitaminas e minerais, o excesso de exposição ao sol, uso de próteses dentárias mal ajustadas e o vício em cigarros, cachimbos e álcool.

Quanto antes for feito o diagnóstico, maiores são as chances de cura, para isso é necessário ficar atento a diversos sinais que podem ser confundidos com problemas não tão graves ou benignos, eles são:

  • Feridas na boca sem cicatrização;
  • Dor na boca;
  • Nódulo ou espessamento na bochecha;
  • Área avermelhada ou esbranquiçada nas gengivas, língua, amídala ou revestimento da boca;
  • Irritação, dor na garganta ou sensação de algo preso na garganta;
  • Dificuldade ou dor para mastigar ou engolir;
  • Dificuldade ou dor na língua ou para mover a mandíbula;
  • Inchaço da mandíbula;
  • Dentes frouxos ou moles na gengiva ou dor ao redor dos dentes;
  • Mudanças na voz;
  • Caroços no pescoço;
  • Perda de peso;
  • Mau hálito persistente.

O tratamento consiste em cirurgia e radioterapia, podem ser associadas ou isoladas. Para o câncer no estágio inicial, qualquer um dos métodos de tratamento são eficazes, 80% dos casos tem cura.

Fonte: http://grupoqualidadeemsaude.com.br/feridas-e-mau-halito-frequente-podem-ser-sinais-de-cancer-bucal/

Cuidados com a boca na terceira idade melhoram a saúde

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É muito comum todos se preocuparem com a higiene bucal das crianças, mas os idosos não estão livres dos cuidados com os dentes, na terceira idade é comum ter pacientes com problemas como a xerostomia, cáries, problemas nas pontes ou próteses, doenças periodontais, lesões na mucosa bucal, entre outras.

E a higienização precária não é o único causador dos problemas bucais, os idosos podem ter algumas complicações pelo uso de dentaduras, de muitos remédios e por outros problemas de saúde como diabetes, problemas cardíacos e câncer.

A xerostomia, que é a diminuição da quantidade de saliva, e a cárie são comuns nos idosos que fazem uso de uma grande quantia de medicamentos ou que passaram por tratamento de radioterapia anticancerígena de cabeça e pescoço, o dentista deverá indicar qual o tratamento mais adequado para manter a boca úmida e ensinar a forma correta de higienização para prevenir o aparecimento de cáries.

Já a retração da gengiva é um processo natural causado pelo avanço da idade, o problema é que a exposição da raíz pode facilitar o surgimento de cáries e pode causar uma hipersensibilidade da dentina. Para amenizar a sensibilidade dos dentes é necessário fazer uso de creme dental com flúor e manter uma boa higiene.

Para os idosos que fazem uso de dentadura, todo o cuidado é preciso, caso os dentes artificiais não sejam higienizados corretamente, podem provocar a disseminação de infecções que causam a endocardite ou a pneumonia por aspiração dos microrganismos, ambas são perigosas e podem até levar o idoso à morte.

O importante é que a maioria dessas doenças é reversível, portanto se o idoso fizer um acompanhamento odontológico, logo o problema será detectado e tratado, sem trazer muitos malefícios à saúde do paciente.

Fonte: http://grupoqualidadeemsaude.com.br/cuidados-com-a-boca-na-terceira-idade-melhoram-a-saude/

Como evitar o aparecimento de cáries nos bebês

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Segundo especialistas, quanto mais cedo as mães puderem levar seus filhos ao dentista, melhor será para que eles cresçam com dentes saudáveis e um sorriso bonito. Para o odontopediatra Cássio José Fornazari, o ideal seria que as mães já visitassem o dentista durante a gestação. “Se recomenda que a gestante receba algumas orientações sobre higiene, saúde bucal, dieta e formação dos dentes.

É a chamada odontologia intrauterina”, diz. Passada a gravidez, é por volta dos seis meses de idade que os primeiros dentinhos começam a nascer e é nesse momento que deve acontecer a primeira visita da criança ao dentista. Normalmente, os primeiros a apontarem são os dois dentes inferiores da frente. “Nessa consulta o odontopediatra irá passar recomendações para os responsáveis sobre escovação, sintomas durante a erupção dos dentes, períodos mais propícios para desenvolver cáries, como deve ser o tratamento quando detectar os sinais da doença e como preveni-la”, diz Cássio.

Por volta dos seis meses, é necessário também que os pais iniciem a limpeza dos dentes dos bebês. Na verdade, assim que eles começam a sua irrupção, a higiene deve ser iniciada com uma dedeira de silicone ou mesmo com uma escova de cabeça pequena extra macia para não machucar o bebê. Segundo Cássio, a higienização é importante nesse início da primeira formação dentária porque já há a possibilidade de a criança adquirir cárie . Outro benefício de levar o bebê cedo ao dentista é fazer com que se acostume com o ambiente, os profissionais e o tipo de atendimento. “Até a limpeza precoce é boa para que ele se familiarize no futuro com o processo de escovação”, afirma Fornazari. É importante ressaltar que a partir da primeira visita recomenda-se que as crianças visitem o dentista a cada seis meses, tempo suficiente para detectar qualquer início de cárie e tratá-la antes que cause mais problemas.

Fonte: http://grupoqualidadeemsaude.com.br/como-evitar-o-aparecimento-de-caries-nos-bebes/

Implantes dentários são utilizados para substituir as dentaduras

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Até um tempo atrás só era possível substituir um dente perdido com o uso de dentaduras, mas hoje em dia já é possível fazer implantes dentários sem a necessidade de mexer nos dentes ao lado.

Os implantes são suportes ou estruturas de metais posicionados no osso maxilar substituindo as raízes dentárias, nesta estrutra é colocado um dente artificial. A prótese deixa o sorriso mais natural e o paciente mais confortável do que as pontes ou dentaduras artificiais, pois além de não serem doloridos, ainda não é necessário desgastar nenhum dente natural ao redor, como é feito em pontes fixas convencionais.

Para receber um implante é necessário antes passar por exames clínicos e de imagem. “O ideal para o tratamento de implante dentário é sempre o cirurgião-dentista solicitar a tomografia computadorizada, pois esse exame é muito mais preciso do que os outros”, explica o cirurgião-dentista Dr. Pedro Augusto Dias Lima. O paciente precisa ter a gengiva saudável e ter ossos adequados para aguentar a sustentação.

Feito os exames, o paciente tem que passar por uma cirurgia para a instalação do implante, já a instalação da coroa dentária pode ser feita no mesmo dia ou em um prazo de até 6 meses, dependendo do caso clínico.

As próteses unitárias ou múltiplas podem ser aparafusada, quando pode ser removida a qualquer momento para limpeza e manutenção, ou cimentada, quando é fixa e deve ser mantida da mesma forma que uma prótese cimentada sobre um dente natural.

Após a instalação do implante e da coroa, o seu dentista irá te passar algumas recomendações que devem ser seguidas rigorosamente. O Dr. Pedro Lima diz que as medidas mais importantes no período pós-operatório são:

  • Ingerir todas as medicações nos horários corretos prescritos pelo dentista;
  • Fazer o repouso pelo tempo que for determinado;
  • Não se expor ao Sol durante a recuperação cirúrgica;
  • Evitar alimentos quentes e duros nos primeiros dias;
  • Colocar gelo no local externo pelas 48 horas seguintes à cirurgia;
  • Não fazer esforço físico pelo período indicado pelo seu dentista;
  • Entrar em contato com o seu dentista caso haja sangramento ou dores.

Fonte: http://grupoqualidadeemsaude.com.br/implantes-dentarios-sao-utilizados-para-substituir-as-dentaduras/

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